AQUI NO PARAÍSO - TEATRO AGITA - NO TEATRO DA TRINDADE A PARTIR DE 21 DE JANEIRO DE 2009
" Nas inóspitas memórias de um Homem que caminha de braço dado com a Morte e com o Tempo encontram-se fragmentos de Fé, Coragem, Arrependimento e Amor. Nessa última caminhada até ao Paraíso, afastando-se da sua Elise e até de si próprio, avista ao longe dois vultos de mão dada: Aquele que foi e o que poderia ter sido."
Eis algumas críticas de espectadores que já viram Aqui no Paraíso...alguns até mais do que uma vez:
" Interpretação dos actores é fantástica e a banda sonora deslumbrante."
" O texto é lindíssimo e o universo conseguido no espectáculo é mágico."
" A maneira como toda a história é contada pôs-me a pensar durante vários dias."
" O texto não é nada fácil mas a forma como está encenado e todo o jogo cénico dos actores, a música e a cenografia transportam-nos para um mundo de sonho, pesadelo...do fantástico (...) repleto de símbolos e códigos que mesmo depois de deitar a cabeça na almofada continuamos a pensar no porquê das coisas."
A NÃO PERDER... AQUI NO PARAÍSO NA SALA ESTÚDIO DO TEATRO DA TRINDADE
Sábado, 29 de Novembro de 2008
AQUI NO PARAÍSO NO TEATRO DA TRINDADE A 21 DE JANEIRO DE 2009
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Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Brevemente...com novo elenco... Aqui no Paraíso
http://br.youtube.com/watch?v=FgEt_P-rngA
Aqui no Paraíso -
Direcção e encenação: Miguel Fonseca
Tradução: Helena Correia
Actores: Ana Gil, João Duarte e Nuno Fernandes
Banda sonora: João Santos
Figurinos: Vanessa Espadinha
Produção: João Dias, Rui Tapadinhas e Cristina Silva
Espectáculo feito a partir da adaptação da peça A Hora Difícil de Pär Fabian Lagerkvist, autor sueco galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1951. Uma produção do Teatro Agita com a encenação de Miguel Fonseca e agora com os actores Ana Gil, João Duarte e Nuno Fernandes. Um espectáculo onde Sonho e Pesadelo, o Bem e o Mal, o Amor e a Solidão, o Inconformismo e a Resignação se confrontam e complementam duma forma fantástica e insólita. Com um texto inédito em Portugal e através da interpretação, sua materialização cénica, banda sonora, figurinos e iluminação o espectáculo promete não deixar ninguém indiferente pela sua originalidade e componente onírica.
Aqui no Paraíso -
Direcção e encenação: Miguel Fonseca
Tradução: Helena Correia
Actores: Ana Gil, João Duarte e Nuno Fernandes
Banda sonora: João Santos
Figurinos: Vanessa Espadinha
Produção: João Dias, Rui Tapadinhas e Cristina Silva
Espectáculo feito a partir da adaptação da peça A Hora Difícil de Pär Fabian Lagerkvist, autor sueco galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1951. Uma produção do Teatro Agita com a encenação de Miguel Fonseca e agora com os actores Ana Gil, João Duarte e Nuno Fernandes. Um espectáculo onde Sonho e Pesadelo, o Bem e o Mal, o Amor e a Solidão, o Inconformismo e a Resignação se confrontam e complementam duma forma fantástica e insólita. Com um texto inédito em Portugal e através da interpretação, sua materialização cénica, banda sonora, figurinos e iluminação o espectáculo promete não deixar ninguém indiferente pela sua originalidade e componente onírica.
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
AQUI NO PARAÍSO
A aventura começou em Dezembro. Tinha lido um texto chamado O Túnel de um tal Pär Lagerkvist cuja introdução o apresentava como uma de três peças de um tríptico chamado A hora difícil. Interessante, misterioso, insólito, o texto agradava mas era necessário ler o tríptico completo para equacionar a hipótese de o encenar. Ninguém o conhecia, nunca ninguém havia lido nada deste autor sueco e as duas peças em falta não se encontravam em parte alguma. Bibliotecas, livrarias, alfarrabistas... nada. Laureado com um prémio Nobel em 1951, de nacionalidade sueca, uma peça chamada O Túnel e pouco mais se sabia. Iniciou-se a demanda a nível global: Onde poderia encontrar as duas peças em falta? Com mais ou menos ironia do destino...acabaram por ser importadas... dos Estados Unidos. Ao ler o tríptico na íntegra tive a certeza que era o texto que queria encenar. As razões artísticas que me levaram a fazer esta escolha prefiro que o espectador as descubra durante o espectáculo na interpretação da Ana, do João, do Nuno, na música do João, nos figurinos da Vanessa... Um agradecimento especial ao João de Brito e ao Miguel Branca, actores do elenco anterior e companheiros na aventura de descoberta deste texto na sua primeira fase que contribuiram para o sucesso do espectáculo.
Existe uma frase que um estimado mestre de teatro nunca se cansa de dizer (e eu nunca me canso de a ouvir) relativamente aos bons textos que esteve sempre presente no processo de construção deste espectáculo: O texto é apenas a ponta do iceberg. Poderia igualmente adiantar algumas das características expressionistas deste texto e do seu carácter onírico que o transforma numa sequência de pulsões e delírios mas uma vez mais prefiro que seja o espectáculo a revelá-lo, na esperança de tornar visível um pouco mais do que a ponta do iceberg.
Compreender e interpretar este tríptico assemelhou-se à montagem de um puzzle. Três peças em um acto, cada uma delas repleta de pistas e estilhaçada em peças que sem uma lógica imediata acabavam por criar um fio condutor. No entanto, ao contrário da maioria dos puzzles, o resultado final depois da união das diversas peças destes textos não era uma linda e clara fotografia ou pintura de uma paisagem mas antes um anagrama onde só com alguma distância e olhar desfocado conseguimos intuir o que talvez seja um discurso organizado sobre diversos temas. Fomos confrontados com uma lógica dos sonhos onde parece não existir uma coerência de acontecimentos mas onde se percepciona a realidade de uma forma distorcida e codificada. Duma perspectiva diferente das literárias interpretações de sonhos, fomos levados a decifrar os símbolos que Lagerkvist apresentava para que, através da distorção e do aparentemente ilógico, pudéssemos captar o sentido e a realidade em que as suas palavras surgiram.
Foi neste universo complexo, distorcido, grotesco e codificado que encontrámos a linguagem e motivação para falarmos da condição humana, da relação do indivíduo com o que o rodeia, da capacidade de agir, de amar, de construir ou destruir e das razões que o levam a nada fazer. Reflecti-mos sobre sonhos, religião e conformismo mas optámos, contra todas as contrariedades, por agir na realidade e apelar à acção, ao inconformismo e ao que nos diferencia(va) dos restantes seres vivos. É tudo o que nos resta... enquanto tivermos onze a doze centímetros de vela.
Compreender e interpretar este tríptico assemelhou-se à montagem de um puzzle. Três peças em um acto, cada uma delas repleta de pistas e estilhaçada em peças que sem uma lógica imediata acabavam por criar um fio condutor. No entanto, ao contrário da maioria dos puzzles, o resultado final depois da união das diversas peças destes textos não era uma linda e clara fotografia ou pintura de uma paisagem mas antes um anagrama onde só com alguma distância e olhar desfocado conseguimos intuir o que talvez seja um discurso organizado sobre diversos temas. Fomos confrontados com uma lógica dos sonhos onde parece não existir uma coerência de acontecimentos mas onde se percepciona a realidade de uma forma distorcida e codificada. Duma perspectiva diferente das literárias interpretações de sonhos, fomos levados a decifrar os símbolos que Lagerkvist apresentava para que, através da distorção e do aparentemente ilógico, pudéssemos captar o sentido e a realidade em que as suas palavras surgiram.
Foi neste universo complexo, distorcido, grotesco e codificado que encontrámos a linguagem e motivação para falarmos da condição humana, da relação do indivíduo com o que o rodeia, da capacidade de agir, de amar, de construir ou destruir e das razões que o levam a nada fazer. Reflecti-mos sobre sonhos, religião e conformismo mas optámos, contra todas as contrariedades, por agir na realidade e apelar à acção, ao inconformismo e ao que nos diferencia(va) dos restantes seres vivos. É tudo o que nos resta... enquanto tivermos onze a doze centímetros de vela.
Miguel Fonseca
Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Biografia do autor
PÄR FABIAN LAGERKVIST
Filho de um chefe de estação de caminhos-de-ferro e o mais novo de sete crianças, Pär Fabian Lagerkvist nasceu a 1891 a sul da Suécia na província de Smaland. Educado no seio de uma família tradicionalmente religiosa, Lagerkvist decidiu desde muito cedo que queria ser escritor. Ainda estudante, começou por publicar poemas nos jornais locais. Estudou história de arte na Universidade de Uppsala entre 1911 – 1912 e publicou o seu primeiro livro, a colecção de histórias Människor (People) em 1912. Em 1913, numa visita a Paris, publicou o ensaio Ordkonst och bildkonst (Literary Art and Pictorial Art), no qual criticou a “degenerada” arte literária actual propondo o cubismo e o expressionismo como modelos de desenvolvimento do estilo literário moderno.
Durante a I Guerra Mundial viveu na Dinamarca, onde escreveu Ångest (Anguish, poems, 1916) e começou a estudar teatro. O seu ensaio Teater, 1918 (Modern Theatre) demonstrou que o naturalismo defendido por Ibsen era antiquado para os teatros modernos. Em vez disso, Lagerkvist promoveu as últimas peças expressionistas de August Strindberg como modelos de teatro moderno. Também em 1918, Lagerkvist escreveu Den Svare Stunden (The Difficult Hour I, II, III).
Depois da sua visita a Itália em 1919, Lagerkvist escreveu Det eviga leendet (The Eternal Smile, 1920), uma das suas histórias mais famosas. Gäst hos verkligheten (Guest of Reality), um pequeno romance baseado na sua própria infância em Växjö, escrito em 1925. Depois de alguns anos a viver no estrangeiro, Lagerkvist voltou para a Suécia em 1930, estabelecendo-se perto de Estocolmo. O seu romance, mais tarde adaptado para palco, Bödeln (The Hangman, 1933; peça, 1934) mostra a sua crescente preocupação com o totalitarismo que começou a expandir-se por toda a Europa nos anos que antecederam a II Guerra Mundial.
Em 1940 Pär Lagerkvist foi eleito para academia sueca. O seu romance de 1944 Dvärgen (The Dwarf), um conto acerca do Mal, trouxe-lhe a atenção internacional. Barabbas (1950) teve ainda mais êxito. Lagerkvist adaptou a história do ladrão que foi libertado da crucificação em vez de Jesus para os palcos em 1953. Dino Di Laurentis produziu uma versão cinematográfica em 1962 protagonizado por Anthony Quinn.
O prémio nobel da literatura em 1951 foi atribuído a Pär Lagerkvist “pelo seu vigor artístico e pela sua verdadeira liberdade de espírito que se esforçou sempre através da sua poesia por encontrar as respostas para as eternas questões que confrontam a humanidade”. Com 60 anos de idade e mundialmente famoso, produziu um último livro de poemas, Aftonland (Evening Land) em 1953, antes de se ter voltado para o romance como seu estilo preferido de expressão. Sibyllan (The Sibyl), o primeiro numa série de romances com tema religioso, apareceu em 1956, seguida por Ahasverus död (The Dead of Ahasuerus, 1960), Pilgrim pä havet (Pilgrim at Sea, 1962), e Det heliga landet (The Holy Land, 1964). O seu último romance e também último livro foi a problemática história de amor chamada Mariamne (Herod and Mariamne) publicada em 1967.
Pär Lagerkvist morreu em Estocolmo em 1974.
Filho de um chefe de estação de caminhos-de-ferro e o mais novo de sete crianças, Pär Fabian Lagerkvist nasceu a 1891 a sul da Suécia na província de Smaland. Educado no seio de uma família tradicionalmente religiosa, Lagerkvist decidiu desde muito cedo que queria ser escritor. Ainda estudante, começou por publicar poemas nos jornais locais. Estudou história de arte na Universidade de Uppsala entre 1911 – 1912 e publicou o seu primeiro livro, a colecção de histórias Människor (People) em 1912. Em 1913, numa visita a Paris, publicou o ensaio Ordkonst och bildkonst (Literary Art and Pictorial Art), no qual criticou a “degenerada” arte literária actual propondo o cubismo e o expressionismo como modelos de desenvolvimento do estilo literário moderno.
Durante a I Guerra Mundial viveu na Dinamarca, onde escreveu Ångest (Anguish, poems, 1916) e começou a estudar teatro. O seu ensaio Teater, 1918 (Modern Theatre) demonstrou que o naturalismo defendido por Ibsen era antiquado para os teatros modernos. Em vez disso, Lagerkvist promoveu as últimas peças expressionistas de August Strindberg como modelos de teatro moderno. Também em 1918, Lagerkvist escreveu Den Svare Stunden (The Difficult Hour I, II, III).
Depois da sua visita a Itália em 1919, Lagerkvist escreveu Det eviga leendet (The Eternal Smile, 1920), uma das suas histórias mais famosas. Gäst hos verkligheten (Guest of Reality), um pequeno romance baseado na sua própria infância em Växjö, escrito em 1925. Depois de alguns anos a viver no estrangeiro, Lagerkvist voltou para a Suécia em 1930, estabelecendo-se perto de Estocolmo. O seu romance, mais tarde adaptado para palco, Bödeln (The Hangman, 1933; peça, 1934) mostra a sua crescente preocupação com o totalitarismo que começou a expandir-se por toda a Europa nos anos que antecederam a II Guerra Mundial.
Em 1940 Pär Lagerkvist foi eleito para academia sueca. O seu romance de 1944 Dvärgen (The Dwarf), um conto acerca do Mal, trouxe-lhe a atenção internacional. Barabbas (1950) teve ainda mais êxito. Lagerkvist adaptou a história do ladrão que foi libertado da crucificação em vez de Jesus para os palcos em 1953. Dino Di Laurentis produziu uma versão cinematográfica em 1962 protagonizado por Anthony Quinn.
O prémio nobel da literatura em 1951 foi atribuído a Pär Lagerkvist “pelo seu vigor artístico e pela sua verdadeira liberdade de espírito que se esforçou sempre através da sua poesia por encontrar as respostas para as eternas questões que confrontam a humanidade”. Com 60 anos de idade e mundialmente famoso, produziu um último livro de poemas, Aftonland (Evening Land) em 1953, antes de se ter voltado para o romance como seu estilo preferido de expressão. Sibyllan (The Sibyl), o primeiro numa série de romances com tema religioso, apareceu em 1956, seguida por Ahasverus död (The Dead of Ahasuerus, 1960), Pilgrim pä havet (Pilgrim at Sea, 1962), e Det heliga landet (The Holy Land, 1964). O seu último romance e também último livro foi a problemática história de amor chamada Mariamne (Herod and Mariamne) publicada em 1967.
Pär Lagerkvist morreu em Estocolmo em 1974.
Domingo, 5 de Outubro de 2008
Para o ano haverá mais e melhor VIAGEM MEDIEVAL
O Teatro Agita promoveu no início de Setembro de 2008 um evento no Castelo de Pirescoxe denominado Viagem Medieval.
Teatro, Dança, Jogos Medievais, Taberna... durante três dias num monumento onde se faz de tudo menos actividades que o dignifiquem por aquilo que ele é (Um Paço Senhorial da Idade Média) a Agita, com o apoio da Câmara Municipal de Loures, Junta de Freguesia de Santa Iria de Azóia, Intermarché,T-zero, Pizzaria O Boss, Churrasqueira de Pirescoxe, Casa S. José (guarda-roupa de Viana do Castelo) e do Instituto de beleza Pianta di Bellezza, ofereceu à população um evento cultural e artístico de animação histórica.. À semelhança de todos os projectos da associação, também este contou com uma fase de preparação específica dos elementos que o integraram. Realizaram-se dois Workshops, inteiramente gratuitos, de Teatro e Cenografia destinados a jovens entre os 14 e os 25 anos. O balanço é positivo mas há ainda muito a melhorar.
Para o ano iremos concerteza repetir a experiência com mais surpresas e ocupando maior área. Haverão mais workshops gratuitos, mais jogos, maior interactividade com o público e mais animação.
O Teatro Agita agradece ainda a todos os participantes nos workshops pela dedicação e empenho demonstrados em todas as fases do processo e à população que nos acarinhou com a sua presença e participação.
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Castelo de Pirescoxe,
Viagem medieval
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***Divisão de Acção Social***
A Agita promove a criação de um Gabinete de Apoio Psicológico à Comunidade de acesso gratuito ou comparticipado e privilegiado à população com maiores necessidades.
Somos confrontados diariamente com situações inesperadas e por vezes traumáticas, decorrentes de um ritmo de vida cada vez mais acelerado, o stress, a ansiedade, a apatia, a tristeza, o recorrente adoecer físico, são apenas alguns dos sintomas do adoecer psicológico, fruto de momentos de crise pelos quais o ser humano passa.
Somos confrontados diariamente com situações inesperadas e por vezes traumáticas, decorrentes de um ritmo de vida cada vez mais acelerado, o stress, a ansiedade, a apatia, a tristeza, o recorrente adoecer físico, são apenas alguns dos sintomas do adoecer psicológico, fruto de momentos de crise pelos quais o ser humano passa.
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Gabinete de Apoio Psicológico à Comunidade
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Teatro Agita - Os Dois Astronautas
Abordando as temáticas da multiculturalidade, dos direitos humanos, da igualdade, e, em resposta à problemática do racismo e da xenofobia, o Teatro Agita criou o espectáculo de teatro infantil Os Dois Astronautas.
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Espectáculo teatral para escolas de 1º ciclo
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